Emoções e Saúde: considerações livres

Entrevista Amara Moira: “E se eu fosse puta?”
22 de julho de 2016
Uma mensagem…
28 de julho de 2016
Será que as emoções podem interferir na saúde?

Outro dia estava na academia tentando alcançar meus 150 minutos semanais de atividade física, sentada na bicicleta ergométrica ao lado de uma amiga que é bióloga.

Entre uma conversa casual e outra, ela comentou que trabalha com cultura de células e que havia sido chamada no laboratório pois as células das estagiárias não estavam “crescendo”. Ela disse:


Daí eu perguntei: quando você mexeu com as células, como você estava? Ela respondeu: ‘Eu estava de TPM’ e a outra ‘Eu estava com pressa’.  Eu disse: tá vendo! Quando vocês estiverem mal, não mexam com as células que elas não crescem mesmo! Se não tiver jeito, coloquem pelo menos uma música calma.”


Achei interessantíssimo esse comentário da minha amiga. Porque ela, com sua experiência com as células acabou chegando à mesma conclusão que eu, quando lido com as pessoas: as emoções afetam SIM a saúde da gente.  Não só a saúde, mas todo o ambiente ao redor.


Ela me lembrou do estudo do Dr. Masaru Emoto, que desde 1994 tira microfotografias da água antes e depois de expô-la a diferentes situações: músicas calmas e agitadas, imagens positivas e negativas, palavras boas e más… É impressionante o quanto a formação de cristais de água muda conforme a “energia” do estímulo…
(A foto acima é um print do site do Dr. Emoto. Ele já escreveu publicou vários livros sobre o tema, vale a pena pesquisar um pouco mais sobre o seu trabalho “The message from water”)
Se pensarmos que 70% do nosso corpo é constituído por água, não é de se estranhar que somos diretamente influenciados pelos sentimentos que nos cercam, correto?


Na verdade, a ciência está cada vez mais próxima de provar que as energias (das emoções, dos sentimentos) tem impactos profundos no nosso corpo.  Há algum tempo atrás, eu li um estudo feito com executivos (estressados).  Eles foram divididos em dois grupos e, em um dos grupos, eles foram orientados a ouvir sua música favorita por 5 minutos no horário de almoço.  O outro grupo apenas almoçava.  


Ao final do estudo, eles eram comaprados em relação à qualidade de vida e níveis de estresse e o grupo que ouviu música se saiu muito melhor nos questionários.


Interessante que essa amiga bióloga comentou sobre um outro estudo, recente, onde uma pesquisadora dos EUA comprovou que as proteínas que compõem o nosso corpo são capazes de reagir às vibrações do ambiente e modificar a sua estrutura (e consequentemente, agilizar ou deixar mais lentas as suas funções).  


Se pensarmos que música é vibração… Podemos chegar à conclusão de que os estímulos externos são armas preciosas para tentarmos gerenciar no nosso estresse!  
Estudo da Dra. Andrea Markelz
Partindo da minha observação com pessoas, da observação da minha amiga bióloga com células, da Dra. Markelz com proteínas e do Dr. Emoto com cristais de água, vamos um pouco mais a fundo: o nosso DNA.  


Há algum tempo eu compartilhei na minha página do facebook um estudo que demonstrou que praticantes de meditação e de grupos de apoio apresentavam um número menor de alterações no DNA relacionadas ao desenvolvimento do câncer e ao envelhecimento.  Quando estamos mais felizes, ficamos menos propensos à diversas doenças (entre elas câncer e obesidade) e também aos efeitos do envelhecimento!



Ou seja, uma simples conversa com a pessoa da bicicleta ergométrica vizinha me fez refletir sobre todas estas questões… Decidi escrever este post para estimular a reflexão do quanto nossas atitudes e nossos sentimentos podem estar relacionados à nossa saúde.  E que, ao nos apropriarmos dessa informação, temos uma arma poderosa ao nosso lado!




Quantas pessoas dizem que acabam ficando doentes, gripadas, quando estão muito estressadas?  Quantas dizem que “não conseguem emagrecer” mas estão passando por uma situação pessoal ou profissional difícil… Quantas “não conseguem controlar a pressão alta” mas não dormem direito por preocupação com as contas?  Às vezes, a solução pode ser muito simples e estar na palma das nossas mãos!




Quando eu trabalhava em unidade básica de saúde e fazia grupo de idosos (hipertensos e diabéticos), fiz uma vez um teste com os pacientes.  Depois de recebê-los no grupo e de aferir a pressão de todos (como fazíamos toda semana), comentei com eles que tinha lido um estudo que dizia que, em resumo, “dar risada abaixava a pressão”.  



Eles não acreditaram e toparam o desafio: fizemos uma “rodada” de piadas, cada um deveria contar uma piada ou um caso engraçado.  Após 30 minutos, medimos novamente a pressão e em TODOS os participantes ela havia baixado!  É claro que isso não comprova nada, mas diante do que a ciência tem nos mostrado, vale a pena nos inspirarmos e mudarmos nossas atitudes.



Se estiver triste ou estressado, ouça uma música. Conte uma piada. Sorria para o colega ao lado, dê bom dia.  Mude a vibração ao redor!




Termino este post compartilhando um vídeo recebido por whatsapp…

Um brinde aos efeitos benéficos de ser feliz!

Saúde!!!

(Este post é de minha autoria e foi originalmente publicado no blog “um brinde à saúde” em 16 de outubro de 2015).

1 Comentário

  1. Anônimo disse:

    Lição de vida, com certeza! Adorei o post. Administrar as situações estressantes, levar a vida com leveza e bom humor só fazem bem. Rir é o melhor remédio! Bjs M

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *